agosto 30, 2026

Saúde

Inovação em ferramentas, dispositivos, sistemas e até mesmo em métodos desenvolvidos para melhorar a prestação de cuidados na saúde. Confira mais neste conteúdo!
No início da pandemia de COVID-19, o Conselho Federal de Medicina (CFM) liberou o uso da telemedicina, ainda de modo excepcional, por meio da Lei nº 13.989/2020. Contudo, esse foi só o começo de uma verdadeira revolução digital nos cuidados clínicos e hospitalares, acompanhando muitas outras soluções da tecnologia na saúde.

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Com investimento superior a R$ 90 milhões, aceleradores lineares e braquiterapia serão distribuídos em sete estados para ampliar o acesso à oncologia nas cinco regiões do país

Durante agenda em São Paulo, nesta sexta-feira (11), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reforçou o compromisso do Ministério da Saúde com a assistência oncológica ao anunciar a aquisição de novos equipamentos destinados ao tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). São cinco aceleradores lineares e dois aparelhos de braquiterapia, adquiridos por meio do Plano de Expansão da Radioterapia (PER-SUS), que vão fortalecer a rede pública de saúde e ampliar a oferta de radioterapia em todas as regiões do país.

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Não dormir nos deixa mais “lentos” e menos focados, mas efeitos cerebrais ainda não eram conhecidos

Por Vitoria Lopes Gomez, editado por Bruno Capozzi

Dormir é essencial para que nosso corpo funcione durante o dia. A privação, por outro lado, nos deixa mais lentos, cansados, sem disposição e foco para as atividades diárias. O mesmo acontece com ratos.

Em uma pesquisa com os roedores, cientistas descobriram o que acontece com o cérebro diante da privação de sono. A reação do órgão diante desse cenário ainda não era conhecida.

Efeitos da privação do sono no cérebro não eram totalmente conhecidos

Apesar de sabermos as consequências da privação do sono, os efeitos disso no cérebro não são totalmente conhecidos. Afinal, nesse caso, é preciso que o órgão esteja separado do corpo (ou seja, o “dono” estaria morto).

Os pesquisadores recorreram aos ratos de laboratório. Veja como foi:

  • O grupo comparou os cérebros de ratos que tiveram quantidades normais de sono com outros que foram mantidos acordados por seis horas extras;
  • Para isso, os investigadores cutucaram as gaiolas dos animais, impedindo que eles dormissem;
  • Então, eles sacrificaram os roedores e dissecaram os cérebros para análise

Na falta do sono, cérebro diminui sinapses
O que os pesquisadores descobriram é que os ratos privados do sono tiveram redução na diversidade de sinapses no cérebro.

Um estudo anterior da equipe já havia classificado as sinapses cerebrais dos ratos em subtipos. Com esse novo trabalho, eles conseguiram analisar o grau de diversidade delas diante da privação de sono.

Os animais que dormiram menos tiveram o mesmo número de sinapses que os ratos que dormiram normalmente, só que em diversidade menor. A principal redução foi nas áreas do cérebro responsáveis pela memória e pelo aprendizado.

Os pesquisadores ainda não conseguiram observar como a mudança aconteceu, mas suspeitam que a desaceleração na síntese das proteínas tenha papel nisso.

O trabalho foi publicado na Current Biology.